Gestão profissional usando ADempiere ( ERP )

Nova versão disponível – ADempiere 3.6

Implantamos o ADEmpiere com MRP-II e a Localização Brasil LBR. Solicite informações

O ADempiere ERP ( www.adempiere.org ) por ser OpenSource e não necessitar de licensas por usuário, mudou a forma como as empresas encaram uma solução de gestão integrada, adquirindo somente serviços de consultoria e de implantação!

Como ferramenta de ERP tem uma aderência completa para a gestão de negócios corporativos em qualquer tipo de empresa e segmento, pois ele trás os seguintes módulos:

  • ERP – Gestão Corporativa, Contábil e de Ativos, Contas a Pagar e Contas a Receber
  • CRM – Gestão de Clientes e Marketing
  • CRP – Planejamento da Capacidade de Produção
  • MRP II– Gestão de Produção e Operação de Manufatura
  • B2B – Gestão de Fornecedores, Parceiros e Terceiros
  • B2C – Vendas diretas e pela Internet
  • DRP – Planejamento da Distribuição e Logística
  • SCM – Cadeia de Suprimentos com módulo de Cotações On-Line
  • HRM – Departamento de Pessoal e Folha de Pagamentos
  • PDV/POS – Ponto de Venda com POS
  • BENCH – Avaliação de Desempenho e Visões em Cubo

Os módulos são integrados completamente via o modelo de DOCUMENTOS, o que permite ao ERP lançar os fatos contábeis corretamente para cada conta, organizando ainda em centros de custo e de receita, que nos fornece uma visão completa da saúde financeira e operacional das unidades de negócio e produtoras, e facilita a avaliação de onde os recursos estão sendo empregados e serve principalmente para os segmentos:

  • Imobiliário e de Incorporação
  • Prestação de Serviços
  • Comércio de Atacado / Varejo
  • Indústria de Transformação e Farmacêutica
  • Gestão Agrícola (Cana, Soja, Milho, Trigo, etc) e Animal ( Gado de Corte e Gado de Elite )

O Módulo de Análise de Desempenho permite avaliar a eficiência das operações realizadas desde o SCM ( Cadeia de Suprimentos ) integrado com o B2B, B2C e MRP.

O MRP-II ( Manufacture Resource Planning ) usa o modelo de BOM ( Bill of Materials ) que permite criar as “receitas” de como as matérias primas são transformadas em “produtos” para serem vendidos e dessa forma nos dá total clareza de quais recursos ( custos ) estão envolvidos na produção como mostrar a figura abaixo:

Mesmo com a complexidade tributária Brasileira, estadual e federal, o ADempiere foi “abrasileirado” completamente nos módulo contábil e fiscal, pois já temos as tabelas NCM (Nomeclatura Comum do Mercosul)  e CFOP (Códigos Fiscais de Operações e Prestações) disponíveis para efetuar corretamente todos lançamentos contábeis e de balanços fiscais incluíndo os cálculos completos de ICMS dos estados.

Está disponivel desde a versão 3.5 a emissão de NF-e, emissão de Cupom Fiscal Eletrônico, Integração Bancária CNAB para processamento de boletos e estratos

Como produto OpenSource o ADempiere trás ainda outras qualidades que nos permite seguramente adotá-lo:

  • #1 no mundo em usuários
  • 100% Gratuito e de código aberto com licença GPL ( GPL V3 )
  • Mais de 100 colaboradores em desenvolvimento e evoluções
  • Presente em mais 20 países e em 40 idiomas
  • 100% Portável ( Para Windows, Linux e MAC )
  • Homologado para Oracle ( Enterprise e XE ) e PostgreSQL
  • Com Manuais, Guia e Ajuda
  • Acesso na rede local e pela internet

Benefícios diretos na adoção do ADempiere:

  1. Modelo comercial diferenciado (dispensa o pagamento de licenças de software e aumenta aderência nas empresas e proporciona liberdade na escolha do prestador de serviços).
  2. Informações do negócio consolidadas em tempo real, essenciais para avaliação de eficiência operacional e tomada de decisões estratégicas.
  3. Fácil navegação no sistema, telas padronizadas, que dá alta produtividade dos usuários.
  4. A ferramenta de CRM proporciona melhoria e eficiência no relacionamento com os parceiros de negócios, fornecedores e clientes que permite o gerenciamento de oportunidades, campanhas, e de contratos de serviços.
  5. Ferramentas de análises com alto nível de flexibilidade que permitem aos gestores do negócio a customização de seus próprios relatórios e formas de apresentação.
  6. Retorno do investimento em curto prazo, devido a automação e padronização de processos e aumento da eficiência e integração de todas as áreas corporativas.

Assim oferecemos os serviços de implantação e customização para a adoção do ADempiere ERP/CRM/SCM/MRP Suite com foco em consultoria de negócios na organização de operações e custos trazendo grande valor agregado.

Se desejar conhecer mais sobre o ADempiere agende uma visita de um consultor para avaliar os benefícios da adoção desta Suite de gestão para sua empresa dando mais fôlego para o seu negócio expandir e crescer.

Veja nosso folheto impresso!

Depurando aplicações no Glassfish com NetBeans 6

A depuração ( debug ) de código é uma ferramenta valiosa na procura de BUGs em programas e no entendimento de como as chamadas acontecem dentro de uma aplicação complexa, principalmente se forma aplicações Java EE.

Atualmente a maneira mais eficiente e menos intrusiva de fazermos isso é usando o debug remoto baseado no JPDA ( Java Platform Debug Architecture ).

Para configurar o DEBUG ( depuração ) de código no servidor Glassfish usando o NetBeans 6 Debugger seguimos os simples passos abaixo:

1 – Na Console Administrativa do Glassfish, acessar as opções:

  • Application Server – JVM Settings – General
    • Habilitar o DEBUG ( veja o círculo vermelho )

2 – Clique no botão SAVE para salvar as novas configurações.

3 – Aparecerá um aviso de que é necessário reiniciar o servidor para que as alteracões tenham efeito.

4 – Durante o start-up com as novas configurações a console de log mostrará que a porta 9009 está liberada para conexões de debug remoto ( veja em vermelho )

5 – Faça o deploy dos componentes Java EE no servidor.

6 – Defina os breakpoints na visão de edição do código fonte clicando na barra cinza com a numeração de linhas.

A linha do breakpoint ficará marcada com um fundo rosa e aparecerá na lateral um quadradinho informando o breapoint criado.

7 – Anexe ( attach ) o depurador ( debug ) do NetBeans.

Em vermelho vemos as configurações do JPDA habilitado no servidor configurado anteriormente.

8 – Quando qualquer Thread de qualquer requisição ou serviço passar pelo Breakpoint o NetBeans interromperá dando um aviso do depurador

9 – A barra de botões de ações permite navegar entre as chamadas de código das classes ou até sair delas e interromper a depuração ( debug ).

Boa diversão!

 

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Faça funcionar, então, melhore!

Conversando hoje pela manhã com o experientíssimo Arquiteto de Sistemas Sênior, o Sr. Claudio Teixeira, sobre requisitos funcionais e não-funcionais de um sistema distribuído que estamos projetando e desenvolvendo, nos deparamos com alguns pontos “extraordinários” de problemas que podem acontecer quando desenvolve-se produtos de software para corporações que não são do ramo de TI, por exemplo:

  • Armazenamento e versionamento de documentos;
  • Criptografia de dados e arquivos;
  • Ambiente redundante de servidores;
  • etc;

Descobrimos que estávamos indo um pouco além dos requisitos não-funcionais realmente necessários para que esse produto possa ser utilizado pelos seus usuários, saindo do escopo do aplicativo e entrando em escopo de software básico e infra, assim, relembramos velhos termos uvidos no passado como:

  • “Cuidado para o ótimo não virar inimigo do bom”;
  • “Keep It Simple, Stupid!” – KISS Theory;
  • “Make it work, then, make it better”;
  • etc;

Devemos nos lembrar sempre que todo software e hardware ( sistema ) tem suas qualidades e restrições, e que é impossível desenvolver um projeto que faça tudo o que o usuário deseja de uma única vez pois as funcionalidades e restrições estão ligados diretamente ao custo, prazo e qualidade do sistema, portanto devemos ter sempre em mentes as seguintes linhas gerais:

  • Não aumentar a complexidade do que já é complexo;
  • Criar componentes e utilizar “frameworks” de mercado para facilitar a manutenção;
  • Trabalhar com ciclo de vida de produto;

Sendo assim, toda vez que formos participar de um projeto de software, principalmente na etapa de venda e projeto, devemos estar cientes e principalmente deixar o cliente confortável com o que vai ser feito, quando vai ser entregue e que melhorias podem ser implementadas ao curto e médio prazo num sistema de informação.

Bom trabalho a todos.

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Mitos de mercado contra a Tecnologia Java

A ComputerWorld, recentemente publicou um artigo sobre a Tecnologia Java,
mas discordo completamente de tal análise.

Vejo que o mercado se acomodará de acordo com suas necessidades,
por tipo de necessidade de “client” e capacidade de processamento “server”,
mas somente a Tecnologia Java atualmente consegue ser o “martelo certo” para
quase todos os problemas computacionais, desde o “mobile”, passando pelo “server”,
incluindo “integration” e o “desktop”.

Acreditem, temos 13 anos de Java, e acho essa tecnologia e suas plataformas evoluirão
constantemente por mais uns 20 anos em ondas associadas a Web 3.0, Federation,
RFID, Virtualização, GRID Computing, etc.

Não esqueci de SOA, é que SOA é tão antigo quanto a especificação que permitiu
a descoberta e uso do AJAX, pois é um Padrão de Arquitetura associado a ferramentas
e especificações que não são novas: WebServices, Messaging, ETL, etc.

Independente do que a Microsoft faça, e a ComputerWorld diga, a plataforma .NET
ainda é considerada pelas empresas uma solução barata, fácil de desenvolver,
que qualquer programador medíocre é capaz de aprender e fazer “aplicativos”,
mas extremamente amadora do ponto de vista de “confiabilidade” para a construção
de “sistemas” integrados e robustos, principalmente quando falamos em aplicações
com grandes volumes de dados e usuários.

Recentemente até o Banco Itaú, que declaradamente só usava a plataforma .NET
se rendeu ao Java EE, e já está “migrando” seus sistemas do Internet Banking para
Java EE rodando em WebSphere no Mainframe, pois o Itaú estava gastando muito $$$$
para administrar e provisionar recursos para os mais de 170 Servidores IIS rodando .NET.

A IBM do Brasil tem mais 4 grandes casos de sucesso de outros bancos que estão fazendo o mesmo.

Ou seja, temos espaço para todos os tipos de ferramentas para variados tipos de problemas, entretanto, existem soluções “mais adequadas” em prazo-custo-qualidade que outras, e atualmente a plataforma Java EE tem se mostrado a que melhor resolve essa equação.

Bom trabalho a todos.

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Configurando o Log4J no Glassfish ou Sun Java System App Server

Muitas aplicações usam o Log4J e seu empacotamento/inicialização
podem se tornar um problema em servidores que tem múltiplos classloaders
para separar componentes do servidor dos módulos e aplicações.

Dessa forma descobri uma maneira muito simples de configurar o Log4J
na inicialização do Glassfish ou do Sun Java System App Server nas versões 7, 8 e 9
que elimina a necessidade de ter um listener para inicializá-lo e configurar as categorias
bem como empacotar o Log4J em cada módulo ou aplicação.

1 – Faça o Download do Log4J

2 – Copie o log4j-x.jar no diretório $APP_SERVER_HOME/domains/domain1/lib/ext

3 – Insira as propriedades abaixo alterando a seção do domain.xml ou via a console
administrativa as propriedades da JVM


<jvm-options>

-Dlog4j.configuration=file:${com.sun.aas.instanceRoot}/config/log4j.xml

</jvm-options>
<jvm-options>

-Dlog4j.configuratorClass=org.apache.log4j.xml.DOMConfigurator

</jvm-options>

4 – Crie um arquivo log4j.xml no diretório $APP_SERVER_HOME/domains/domain1/config
com os appenders e as categorias configuradas baseado no modelo abaixo:

<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<!DOCTYPE log4j:configuration SYSTEM "log4j.dtd">
<log4j:configuration xmlns:log4j="http://jakarta.apache.org/log4j/" debug="false">

<appender name="app" class="org.apache.log4j.RollingFileAppender">

<param name="File" value="../logs/app.log"/>
<param name="Append" value="false"/>
<param name="MaxFileSize" value="5000KB"/>
<param name="MaxBackupIndex" value="0"/>
<layout class="org.apache.log4j.PatternLayout">

<param name="ConversionPattern" value="%d %-5r %-5p [%c] (%t:%M:%L) %m%n"/>
</layout>
</appender>

<category name="app.package">

<priority value="INFO"/>
<appender-ref ref="app"/>
</category>

</log4j:configuration>

5 – Em cada uma das classes que se deseja ter o uso do Log4J,
defina o Logger assim:


package app.package;
public class MyClass {
private static Logger logger;
static {
try {
logger = Logger.getLogger( MyClass.class );
} catch (Exception e) {
e.printStackTrace( System.err );
}
}
}

Boa sorte!

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Mainframe: retorno ou reconhecimento?

Já há alguns meses o mercado mundial de TI vem demonstrando alguma surpresa com os sólidos números apresentados pelas vendas de mainframes nos últimos trimestres. Maior exemplo disso foram os últimos relatórios trimestrais de desempenho dos fabricantes apresentados pelo Gartner e pela IDC (International Data Corporation). As duas organizações de pesquisa, com pequena variação de percentual, apontaram o mercado mundial de servidores em crescimento e a IBM na liderança do segmento.

Até aí, nenhuma surpresa. O surpreendente nestes tempos de idolatração da plataforma baixa, foi a constatação – tanto do Gartner como da IDC – de que uma boa parcela do desempenho da IBM deve-se à venda de mainframes. Sim, os bons e velhos mainframes. Segundo a IDC, as vendas de equipamentos da linha System z cresceram, no primeiro trimestre deste ano, 4% em relação ao mesmo período do ano passado.
Há um número ainda mais sintomático: terminado o primeiro trimestre de 2007, o mercado percebe que os mainframes representaram 9,5% de todas as vendas de servidores da IBM. Os números são recentes, mas a tendência já havia sido indicada em uma outra pesquisa, esta realizada pela Software Strategies, que indicava justamente a boa saúde dos mainframes em 2007. Como fator para o “renascimento”, o estudo apontava a capacidade de processamento, segurança e a flexibilidade de utilização tanto para novas aplicações como para as tradicionais como principais motivos.

Outro fator apontado pela Software Strategies é a crescente utilização de SOA como arquitetura universal para novos aplicativos de negócios. A dobradinha SOA/mainframe, ao que parece, vem se mostrando das mais eficientes e seguras tanto para aplicações como para bancos de dados. Todos estes números e pesquisas tem sido utilizados por fornecedores e analistas para apontar o “renascimento” do mainframe, o que demonstra, na verdade, uma visão distorcida deste mercado.

O mainframe não está renascendo porque, de fato, nunca morreu. Um olhar um pouco mais profundo sobre a trajetória do mercado mostra que houve, sim, um período em que uma determinada parcela do mercado estava desatendida por equipamentos de menor valor e se viu obrigada a recorrer a aquisição de mainframes. A questão era simples: determinadas aplicações ainda não eram suportadas a contento pelos servidores de plataforma baixa.

Para estas aplicações, apesar de superdimensionados, os mainframes eram a alternativa mais segura e eficiente. Com o tempo, as tecnologias aplicadas à plataforma baixa se desenvolveram e começaram a dar a estas empresas outras opções, mais baratas e tão eficientes quanto o mainframe. Houve então uma migração natural para estes equipamentos, agora dimensionados de acordo com a real necessidade de seus usuários. Este movimento fez com que muitos decretassem a morte do mainframe.

Na realidade, e o próprio mercado demonstra isso hoje, o mainframe não morreu, apenas retornou ao seu lugar de direito: um equipamento confiável e seguro para cargas de trabalho críticas. Está claro que a maioria das empresas usuárias de mainframe o vêem hoje como crucial para aplicações críticas e não abrem mão de sua disponibilidade e segurança.

O mainframe não está renascendo, mas ganhando o reconhecimento por aquilo para o que foi criado. Não há mágica nisso, é apenas o mercado ajustando-se às suas necessidades e encontrando a melhor solução para cada uma delas.

Maurício da Costa e Silva, CEO da Eccox S.A.
eccox@eccox.com.br
www.eccox.com.br

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Servidores de Aplicação Java EE.

Panomara do mercado de servidores de aplicação Java Enterprise.

Tenho certeza que muitos se perguntam: Qual o melhor servidor de aplicações do mercado?

Esta resposta não é tão simples, pois atualmente temos:

  1. Java2 EE 1.4: 17 fornecedores certificados
  2. Java EE 5: 9 fornecedores certificados

De fato, não temos como saber qual o melhor servidor,
mas temos como identificar qual o fornecedor e produto que melhor se enquadra para cada organização.

Sugiro um método símples para adoção do servidor de aplicações:

  1. Verifique se o servidor é certificado pela Sun/JCP/Padrões ( lista de compatibilidade ).
  2. Verifique se o fornecedor tem suporte nível 1, 2 e 3 no país.
  3. Verifique se o produto além de estar certificado, oferece ferramentas web de monitoração,
    gerenciamento de configuração e publicação.
  4. Verifique as formas de licensiamento e custo, pois geralmente variam por tipo de contrato,
    empresa, número de servidores, etc ( ambientes complexos tem contratos complexos ).
  5. Verifique a lista de BUGs documentados do produto, pois muitas vezes esses BUGs podem
    ser eliminados com dicas/configurações fornecidas pelo fabricante.
  6. Verifique se o produto usa partes de produtos OpenSource, pois dessa forma
    temos certeza que a empresa aposta na evolução do mesmo.

Se o servidor se enquadra em todos o itens acima e o preço cabe no budget do projeto,
então pode-se criar uma tabela como abaixo pontuando o itens e ter-se a média.

Produto Certificado ( 0 ou 10 ) Suporte ( 0 á 3 ) Preço / Contrato ( 0 á 10) Ferramentas ( 0 á 10 ) Bugs Documentados ( 0 á 10 ) Componentes OpenSource ( 0 á 10 ) Nota
A 0 8 2 5 6 10 5,85
B 10 3 2 5 3 7 5,66

Fórmula NOTA: = ( ( C + S + P + F + B + O ) / 53 ) * 10

Sempre devemos dar preferência por produtos certificados pela SUN,
e aquele que tiver a melhor nota, fica com a preferência de escolha.

Atualmente o mercado de Servidores de Aplicações Java tem grande concorrência
entre Oracle, IBM, SAP e SUN, e o market share maior de instalações “pagas” é da IBM,
devido á sua agressividade comercial. Nos ambiente de desenvolvimento, e instalações “open”
baseadas em produtos Free, o líder é o JBoss AS.

O site TheServerSide.com tem um artigo interessante sobre servidores de aplicação e uma matriz de compatilidade

Bom trabalho a todos.

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Novos profissionais…. Ondes vocês estão?

Esta semana deparei-me mais uma vez com quatro empresas de recrutamento e seleção necessitando de profissionais para projetos de Desenvolvimento de Software Java Enterprise, mas que não conseguiam encontrar profissionais (PeopleWare) com o conhecimento e habilidades necessárias para seus projetos, e a média de vagas abertas cresceu consideravelmente.

Acredito que este problema atinga não somente as soluções baseadas em Java, mas também afeta a implementações de ERP, CRM, BI, DataWarehouse, etc, basta ver o número de ofertas repetidas em sites de recrutamento / seleção mês-a-mês. E quando a necessidade envolve uma tecnologia muito nova?? O problema é maior ainda, o profissional se torna “mosca branca”.

Recentemente a Você SA na edição 110 publicou um artigo Deu Pau no TI do Presidente da Progress Software do Brasil que aponta que em 2012, a TI no Brasil viverá o momento de maior stress, pois faltarão profissionais qualificados em todas as áreas, principalmente nas áreas operacionais.

Atualmente existem poucas instituições acadêmicas que fornecem a qualificação adequada em TI, sem falar na falta de fluência na língua inglesa por parte dos brasileiros, e somente este fato faz com que a maior empresa de TI do Brasil tenha um faturamento 10 vezes menor que a maior empresa de TI da Índica.

Um outro fato que influencia muito esta diferença, é falta de interesse do profissional brasileiro na certificação profissional ou especialização acadêmica. Por isso digo a todos meus alunos, ter as certificações do fornecedor do produto/ferramenta/linguagem associado á uma especialização acadêmica são diferenciais muito bem valorizados pelo mercado de TI, pois atesta os conhecimentos e habilidades de fato, garantem a empregabilidade e melhorias salarias.

Neste momento estamos passando por um grande desiquilibrio na equação vagas X profissionais, devido principalmente aos fatores de falta de formalismo do conhecimento, problemas com línguas estrangeiras, e falta de investimento em pesquisa e desenvolvimento. Você sabem quanto a indústria médica e farmacêutica investe em P&D por ano no Brasil? Tenho certeza que é no mínimo o dobro que TI.

Nossa visão em TI está tão turva e distorcida que no final da década de 90 as faculdades e colégios técnicos tiraram a Linguagem COBOL da lista de disciplinas, substituindo pelo VB, Deplhi e outras, causando um problema enorme nos tempos atuais para as instituições financeiras, de manufatura e de telecom. Os programadores/analistas COBOL estão literalmente morrendo, ficando velhos, se aposentando, sem que haja uma reposição no mercado, e dessa forma o custo médio da hora/homem vem subindo e dificultando a manutenção de contratos já firmados.

O Presidente da Progress Software tem razão, estamos rumo ao colapso.

Por isso sugiro:

  • Aos gerentes de RH: invistam em reciclagem / especialização dos profissionais da base; contratem profissionais no níveis Júnior para trabalhar com profissionais Pleno e Sênior e evitar a evasão para o mercado;
  • Aos recrutadores: deêm preferência aos profissinais reconhecidos formalmente por certificações ou especializações “Latu-senso”.
  • Aos profissionais: dediquem-se ao estudo e fluência do inglês; obtenham as certificações das ferramentas; faça uma especialização “Latu-senso” na área de TI.
  • As instituições educacionais: melhorem o processo de egresso das especializações com módulos introdutórios e de nivelamento.
  • Aos governantes:facilitem o acesso ao desenvolvimento e pesquisa de novas tecnologias.

Bom estudo e boa colocação!

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Utility Computing, o que é isso?

De uma maneira geral, Utility Computing é uma evolução do Outsourcing de TI, com uma diferença, não seremos mais “donos dos sistemas” e sim “donos dos processos e informações”, acho que sempre deveria ser assim!

A Utility Computing não um paradigma tão novo, algumas empresa de Outsource já fazem isso, cobram por uso e demanda.

Agora, imaginemos uma empresa de marketing, onde gestão de TI não é o “core do negócio”! Então, me faz total sentido “alugar” máquinas e sistemas para fazer a Gestão Empresarial, Pagamentos, Rebecimentos, Portais de Intranet, Sites de Internet, CRM, e inclusive de manufatura, deixando mais fôlego para a empresa fazer e produzir em “Marketing”. Nesse caso TI passa a ser de suporte ao negócio efetivamente.

E é uma grande tendência de mercado, principalmente pelo controle de custos, pois atualmente nas empresas não se sabe quanto se gasta com TI, nem quanto poderia ser enconomizado.

Esta tendência aponta inclusive para o aluguel de aplicativos ou sistemas que fazem parte do suporte ao core business das empresas, vale lembrar que Gestão de TI é sempre complexo, por isso deve ser feito por empresas especializadas.

Dentro da Utility Computing temos os conceitos de On-Demand (sob demanda), Rent ( aluguel ), Virtualization ( virtualização ), Grid ( rede de computadores interligados que operam conjuntamente ) que possibilitam a implementação eficaz e eficiente dos serviços, permitindo o controle necessário para uma cobrança justa dos serviços utilizados.

A Utility Computing abrigará que as empresas se re-estruturem internamente, diminuindo o quadro de funcionários que não operam o “negócio” e fazem tarefas de BackOffice, e aumentando o quadro de funcionários que conhecem e fazem o “negócio” acontecer, até porque “negócios” são feitos por pessoas e não por computadores.

Você pode encontrar mais recursos nos sites lá de fora, onde a Utility já saiu da zona de descoberta e passa a ser realidade para algumas grandes empresas!

Se eu fosse o CEO de uma empresa, obrigaria meu CIO a usar o máximo de Utility Computing, diminuindo os custos de gestão das estruturas complexas de TI, focando a empresa ao máximo no “negócio”…

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Arquiteto, Engenheiro, Analista, Projetista, Desenvolvedor, Programador, o que sou???

Vários alunos me perguntam as diferenças dos papéis no mercado de trabalho relacionados ao desenvolvimento e engenharia de software, e é sempre dificil traçar o perfil o exato de cada papel e garantir a fronteira entre eles.

Vejo todos os dias inúmeras vagas com perfis tão exigentes no Apinfo, mas separadas em pouquíssimos papéis, o que me leva a crer que as empresas terceirizadoras de serviços de TI (as famozas consultorias) na maioria das vezes não sabe o que procurar no mercado.

O pior anuncio é aquele que procura Analista Programador, pois é o que exigirá mais responsabilidade profissional com menor remuneração, pois esse papel tem inúmeras funções e atribuições das duas áreas mas geralmente paga muito pouco a mais que um cargo de Programador.

Conversando com amigos que estão no exterior (Inglaterra, Angola, USA, Chile e Índia) descobri que os brasileiros se sobresaem com relação á outros povos neste quesito, justamente pela flexibilidade e capacidade de desempenhar vários papéis, a diferença é que nesses paízes as empresas valorizam mais esta capacidade que as empresas do Brasil.

Papéis e atribuições

  • Arquiteto: definir e manter atualizados os padrões de soluções e tecnologias que serão utilizadas durante o projeto, para cada tipo/conjunto de funcionalidades, separadas pelos requisitos não funcionais e sempre levando em consideração as interfaces de comunição entre os diferentes componentes do software.
  • Engenheiro: definir e manter atualizados as informações referente ao projeto de infra-estrutura e integração entre os componentes físicos desde a rede até o ambiente de aplicações.
  • Administrador: dar sustentação ao ambiente de software/hardware, fazendo as implementações da infra-estrutura e administrando os ambientes operacionais e servidores.
  • Analista: levantar, racionalizar e especificar junto aos usuários diretos e indiretos os requisitos funcionais do software, bem como realizar os testes de homologação.
  • Projetista: projetar (criar as realizações dos casos de uso racionalizados pelo analista) o software baseado nos padrões definidos pelo arquiteto levando em conta as tecnologias/linguagens que serão utilizadas.
  • Programador: codificar os componentes do software baseado na documentação elaborada pelo projetista e pelo analista, fazer os testes iniciais de cada componente.
  • Desenvolvedor: integrar os componentes do software baseado na arquitetura e seguindo as realizações do projetista, fazer os testes integrados.

Níveis de experiência (por área)

  • até 1 ano de experiência – Júnior
  • de 1 a 3 anos de experiência – Pleno
  • de 3 a 5 anos de experiência – Sênior
  • mais de 5 anos de experiência – Especialista

Vamos levar para dentro das empresas, e durante as entrevista de emprego, esse conceitos símples, de como cada papel deve atuar, permitindo que o mercado regule os valores das remunerações de acordo com cada papel e evitando distorções.

Comente, dê sua opnião sobre nossa categoria de trabalho, somente assim podemos exercer nossos direitos caso a Regulamentação das Profissões da Informática venha a ganhar força no congresso.

Boa sorte

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